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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

| Alma ... |


Ela chegou de mansinho como tantas outras vezes
Contudo, desta vez veio envolvida de sedução e encanto
Senti-o quando despertou em mim uma deliciosa sensação
Envolveu-me e por ali ficamos, muito quietos, com receio de estragar a magia do momento
Terão passado minutos ou horas, não sei
Regressei à realidade quando me fez estremecer soprando-me ao ouvido que lhe pertencia
Foi então que percebi que a noite tem alma


Texto: Alda Viana
Fotografia: João Octávio Meira


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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

| A beleza das coisas simples ... |


A simplicidade das coisas belas
Uma noite quente, Outono dentro
As águas do rio num suave ondular
As embarcações solitárias a partilharem cumplicidades
Além as luzes a alumiarem outras vidas
A brisa que sopra levemente
O silêncio que se ouve
A paz que se respira
A beleza das coisas simples


Texto: Alda Viana
Fotografia: João Octávio Meira



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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

| Mar ... |

Não saberia viver sem o mar. É para junto dele que vou quando preciso de me encontrar, de assentar os pés no chão e tomar decisões. É com ele que tenho vivido angústias e medos. É com ele que tenho celebrado vitórias e alegrias. Perto do mar renovo energias, regenero-me. Perto do mar sou mais eu.


Fotografia: João Octávio Meira
Texto: 
Alda Viana   

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segunda-feira, 25 de julho de 2011

| Faz de conta ... |

Faz de conta que a brisa que sentes no rosto é os meus lábios em suaves carícias
Faz de conta que o cheiro a maresia é o perfume que aromatiza os dias duros e insípidos
Faz de conta que as luzes da noite são o clarão que ilumina os caminhos escuros e sinuosos que trilhas
Faz de conta que cada passo que dás é o encurtar da distância que nos separa
Faz de conta que o silêncio que impera é o bálsamo que te embala num sono profundo
Faz que conta que o agasalho que vestes é o meu abraço que te envolve e aquece
Faz de conta que a beleza ante o teu olhar é o quadro que pedi a Deus para pintar para ti


Texto: Alda Viana
Fotografia: João Octávio Meira

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sábado, 28 de maio de 2011

| Trazes-me agarrado a ti ... |

Oferecida, sem pudor, ao meu olhar, envolves-me na tua sedução e eu deixo-me arrebatar. Rendido, quedo-me a olhar-te, alheio aos ponteiros do relógio. Tens esse dom de me prender, de me trazer agarrado a ti, de me envolver nessa esfera de enlevo. Faço-me pequenino com receio de esbarrar na tua grandiosidade travestida de serenidade. Deixo-me ficar por aqui, alheio ao mundo, desfiando horas, porque me trazes agarrado a ti.

Texto - Alda Viana
Fotografia - João Octávio Meira

Republico este post que foi publicado a 30 de Abril de 2010.